26/12/2011

Uso de pedriscos no jardim

Sob dois gigantescos exemplares de  pau-ferro não havia gramado que durasse. A manutenção também era complicada porque não havia torneira por perto ou sistema de irrigação. O local é sombreado a maior parte do tempo, e virado para a rua.
O cliente solicitou o uso de seixos. Nossa proposta foi usar texturas diferentes, com cascas de pinus e seixo  nos tamanhos 0 e 2 nos canteiros.
Houve uma reforma aproveitando a vegetação existente e inserindo poucas outras. Colocamos espironemas e mais agave-dragão junto ao maciço já existente.
O resultado foi o visual limpo e apropriado para o clima do planalto.
Algumas fotos do antes e do depois:
Portão Antes

Portão Depois

Agaves Antes

Agaves Depois

Frente Antes

Frente Depois

Pau-Ferro Antes

Pau-Ferro Depois

19/12/2011

Parreira de Uva

O crescimento da parreirinha de uva que trouxemos no segundo semestre de 2009 foi fenomenal.
Aqui estão as fotos em ordem cronológica.

Dez/2009, aqui a muda tinha sido plantada 3 meses antes e já estava assim.


Em 2 de janeiro de 2010 fizemos o pergolado e a parreira começou a ser conduzida e apareceu uma única uvinha!


Em 3 de março ela já tinha alcançado o topo.



Em outubro, ou seja, 7 meses depois, já tinha tomado conta do pergolado todo...

... e já tinha seus cachinhos de uva!

Dezembro de 2011, muitos brotos e folhas vigorosas, um encanto!


Brotaram muitos cachinhos de uva, e após dois anos do plantio já é hora de planejarmos a festa da colheita ;-)


E para o nosso natal de 2011, teremos uma cesta de uvas para enfeitar a mesa e saborearmos.

28/11/2011

Jardins internos sob pilotis

Da Concepção à Realização
- V


Quando Dinah e eu fizemos a primeira visita ao prédio que
seria reformado, encontramos um jardim bem cuidado e com muita vegetação,
mas totalmente sem identidade visual.


Nosso desafio seria o aproveitamento máximo das espécies
existentes, para minimizar os custos, e a renovação do ambiente para que
ficasse moderno e convidativo.
Para retirar as plantas já adultas foram 10 dias com três
jardineiros e muitas, muitas embalagens para plantio e terra preparada.
 
As plantas foram colocadas no gramado lateral, sob as árvores,
para não pegarem o sol pleno e seco de Brasília em plena época de seca.
Infelizmente as perdas foram grandes porque o jardineiro
do cliente, que ficou encarredado de irrigar diariamente, saiu de férias
em agosto e as plantas ficaram praticamente abandonadas.
Depois, as obras começaram, o gramado foi totalmente perdido
por causa das máquinas passando por cima, o lixo da quebradeira, o pó
de cimento e restos de obra espalhados.
Por causa da data da inauguração, tivemos que começar nosso
trabalho no ambiente mais inóspito possível: entre pedreiros, eletricistas,
máquinas de todo tipo inclusive tratores, vidraceiros, andaimes pra todo
lado, e de repente a chuvarada.

Era o caos total. Fazíamos as jardineiras e não podíamos
esperar o acabamento, tínhamos que plantar sem parar. Depois de plantado,
vinha o pintor para passar a textura nas laterais e, claro, chapiscando
de tinta e pisoteando as forrações.
Se não bastasse isso, ainda vinha o pessoal da marmoraria
para colocar o mármore branco no beiral das jardineiras e pisava tudo
de novo as nossas pobres plantinhas.
Para piorar, fizeram uma bagunça com o tamanho das peças
de mármore e trocaram tudo. Colocaram peças maiores e depois vieram com
a maquita para serrar e lixar as quinas.
Nossas plantas ficaram totalmente cobertas de pó de mármore
branquinho. Foi de cortar o coração.
Mas não podíamos parar e o resultado ficou magnífico.
O vidro espelhado que recobriu a fachada dublicou visualmente a quantidade
de plantas.
No próximo post comentarei sobre a saga do gramado (outro parto). Espero
que gostem dos resultados aqui postados.
O que era assim...

... ficou assim